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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Mulheres da capital gaúcha são as que mais fumam, aponta pesquisa

COLUNA BEM ESTAR DO SITE DO JORNAL ZERO HORA - Porto Alegre

As mulheres da capital gaúcha estão no topo de uma lista da qual não devem se orgulhar. De acordo com a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), realizada pelo Ministério da Saúde todos os anos, elas estão fumando mais em comparação às demais capitais brasileiras. Gustavo Chatkin, pneumologista e coordenador do Ambulatório de Auxílio ao Abandono do Tabagismo do Hospital São Lucas da PUCRS, afirma que há uma tendência de aumento do número de mulheres fumantes em comparação com os homens. Chatkin atribui o resultado a uma questão sociocultural:

— Nos últimos anos, a mulher conquistou muitas coisas boas, mas também acabou adquirindo hábitos ruins que antes eram mais encontrados nos homens.

Os danos causados pelo cigarro em homens e mulheres têm as mesmas proporções no organismo. Mas, de acordo com o pneumologista Roberto Guidotti Tonietto, o corpo feminino está sujeito a problemas específicos, como menopausa precoce, câncer de colo uterino, complicações na gestação e danos à saúde do bebê. As substâncias do tabaco também aceleram o processo de envelhecimento geral do organismo, inclusive da pele, com aparecimento das tão odiadas rugas. O escurecimento das unhas, dos dentes e das gengivas também são características de fumantes.

— Temos notado um aumento significativo do número de mulheres com câncer de pulmão, que era mais frequente nos homens — lembra o médico.

Número de fumantes no país diminuiu O estudo, que entrevistou 54 mil adultos nas 26 capitais e no Distrito Federal, também tem dados a comemorar. De 2006 a 2009, o total de fumantes, incluindo ambos sexos, caiu de 16,2% para de 15,5%. No conjunto total da população adulta pesquisada, a frequência de fumantes foi maior no sexo masculino (19%) em comparação ao sexo feminino (12,5%). O pneumologista apontou diferentes fatores para a redução de usuários do cigarro, como maior consciência sobre os malefícios e doenças, maior investimento em campanhas e a melhoria da qualidade dos tratamentos e medicamentos que combatem o vício.

— A pessoa precisa ter vontade de parar em primeiro lugar. A maioria gostaria de parar mas apenas de 5% a 10% conseguem parar sozinhos. O restante precisa de auxílio médico — conta o especialista, lembrando que o tabagismo deve ser tratado como uma doença.

Você sabia?
- Que a fumaça do cigarro reúne, aproximadamente, 4,7 mil substâncias tóxicas diferentes e muitas delas são cancerígenas? - Que o tabagismo está ligado a 50 tipos de doenças como câncer de pulmão, de boca e de faringe, além de problemas cardíacos? - Que, no Brasil, 23 pessoas morrem por hora em virtude de doenças ligadas ao tabagismo? - Que crianças com sete anos nascidas de mães que fumaram 10 ou mais cigarros por dia durante a gestação apresentam atraso no aprendizado quando comparadas a outras crianças?

(fonte: Ministério da Saúde)

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Hospital quer ampliar testes de HIV para maridos de gestantes

JORNAL DO COMERCIO

Por mais de um ano, a equipe de infectologia do Hospital Conceição de Porto Alegre levantou informações sobre as gestantes que apresentaram teste negativo de HIV e seus companheiros. O estudo resultou em uma descoberta que surpreendeu os médicos. Pelo menos 2,5% dos homens pesquisados estavam contaminados.

Esse resultado foi possível de ser identificado graças ao Tri Pai, nome que está sendo dado ao teste rápido para o pai, que procura oferecer o serviço preventivo aos homens. A descoberta acende uma luz de alerta para algo simples que vinha sendo esquecido: a inclusão dos homens na relação de exames pré-natais. Esses exames já são oferecidos a gestantes em qualquer posto de saúde.

Em oito casos, entre os 1,6 mil casais avaliados pela equipe coordenada pelos médicos Breno Riegel Santos, Marineide Melo Rocha, Ivana Varella e Ivete Canti, os homens estavam infectados pelo HIV. Todos eles declararam que não sabiam que eram soropositivos.

"Se a mulher contrair o HIV durante a gravidez, ela adquiriu do parceiro e isso ocorreu porque tanto ela quanto o próprio homem não sabiam que ele estava com o vírus. E isso ocorreu porque ele não foi testado. Temos de oferecer o teste para o parceiro também. O pré-natal tem de ser para o casal", afirma Santos, chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Conceição.

Segundo os médicos, a informação também auxilia na prevenção. Há três anos, apenas 40% dos abordados aceitavam fazer o teste para diagnosticar o HIV. Hoje, o índice é de 66%, mas a meta é trabalhar para atingir 75%. O exame que detecta o vírus é simples e pode ser feito em menos de 20 minutos. Um pingo de sangue numa fita com reagente já apresenta o resultado.

Outro dado preocupante reforça a necessidade de uma atenção especial para os companheiros: 75% das gestantes entrevistadas revelaram que não utilizam preservativos com os companheiros nas relações sexuais. Um risco principalmente para a criança, que pode ser contaminada durante a gestação e a amamentação. Para a mulher que adquire a doença ao longo da gravidez, a chance de a criança nascer soropositiva é 35% maior do que naquelas mães que já identificam a doença antes de engravidar.

Segundo a equipe responsável pela pesquisa, o estudo foi recebido com surpresa pela comunidade médica durante uma apresentação em um congresso internacional de infectologia, pela simplicidade da constatação, que alerta para uma importante porta de transmissão da doença que não está sendo protegida. "Colegas nos abordavam e diziam: ‘Como é que nunca pensamos nisso antes? Estava na nossa cara e não víamos!' Isso mostra como esse estudo tem uma grande importância epidemiológica para a saúde pública. Temos o maior interesse de que isso seja amplamente divulgado para que as políticas públicas passem a incluir o pré-natal para o casal", afirma a infectologista Marineide.

Santos destaca a dificuldade que o homem tem para fazer o teste preventivo. "Já é difícil o homem se conscientizar em fazer o exame do HIV. Quando toma a decisão, precisa ir a um posto pelo menos cinco vezes, desde a retirada da ficha para a realização do procedimento até o retorno ao médico com o resultado. Já a mulher, no pré-natal, tem esses serviços muito mais facilmente. O casal, recebendo atenção em conjunto, garante a saúde do bebê", enfatiza Santos.

Para o médico, a não disponibilização do teste rápido para os parceiros das gestantes é um absurdo. "Até agora não fomos procurados por ninguém do Ministério da Saúde. Esperamos que, através da impressa, esses dados cheguem aos ouvidos dos gestores. Hoje o ginecologista não pode pedir um teste para o homem. Isto não tem cabimento, principalmente aqui em Porto Alegre, onde temos os maiores índices de contaminação pelo HIV do País. O teste rápido custa R$ 5,00. O custo não é um problema. O problema é a falta de vontade política", ressalta.

A Organização Mundial da Saúde determina que o exame HIV/Aids seja oferecido a todas as mães pelos médicos. Essa política é seguida pelo Ministério da Saúde. O objetivo é incentivar que a prevenção alcance toda a população.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Otimismo faz bem à saúde

SITE ZERO HORA - NOSSO MUNDO SUSTENTÁVEL

A ideia de que tudo no mundo está interligado não para de ganhar reforços. Agora foi a vez das pesquisadoras norte-americanas Suzanne Segertrom e Sandra Sephton descobrirem que terum ponto de vista positivo sobre um assunto específico - desempenho escolar, profissão ou saúde, por exemplo - pode significar um sistema imunológico mais forte.

Recentemente, elas realizaram um estudo com alunos do primeiro semestre de Direito.Durante seis meses, os 124 estudantes participantes responderam, em cinco oportunidades, questões sobre o quão otimistas estavam com relação à faculdade. Na sequência, receberam injeções para provocar resposta do sistema imunológico. Dois dias depois, retornavam para ver a intensidade da resposta. Quanto maior a marca, maior o retorno do organismo.

A conclusão: quanto mais otimistas estavam a respeito dos estudos de Direito, melhor o sistema imunológico respondeu. Os mais pessimistas tiveram retornos mais fracos das células que protegem o corpo.

Suzanne, que atua na Universidade de Kentucky, não apoia que as pessoas abram mão de como de fato se sentem e adotem sempre uma postura positiva, mas acredita que ser um pouco mais otimista com relação a pelo menos algumas áreas da vida pode ajudar muito.

- Eu não acho que devo aconselhar as pessoas a revisarem suas expectativas e serem irrealistas. Mas se as pessoas tiverem visões um pouco mais positivas do futuro isso pode se tornar real - afirma.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A erva-mate contra o mal de Parkinson

SITE SAÚDE

Esse efeito acaba de ser constatado por cientistas da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina. Depois de testar o extrato da planta em ratos induzidos à doença, eles observaram que algumas de suas substâncias mostraram-se capazes de protegê-los. Em outra investigação os animais receberam o fi toterápico com a medicação tradicional e os resultados foram ainda mais signifi cativos. Parte das cobaias chegou a recuperar completamente os movimentos. O estudo ainda é preliminar, mas já provou que a erva-mate pode ser utilizada na prevenção desse mal degenerativo e também como coadjuvante no tratamento, conta a farmacêutica Luciane Costa Campos, chefe da pesquisa.

FICHA DA PLANTA
Nome científico: Ilex paraguariensis St. Hilaire

Nomes populares: erva-mate, mate, erva-chimarrão, chá-do-brasil

Formas de consumo: na região Sul a bebida, bem concentrada, leva o nome de chimarrão; no Sudeste serve-se o chá quente e gelado; no Centro-Oeste seu nome é tereré, versão tropical do chimarrão, com gelo e limão

Origem: América do Sul
Características: seu caule, de cor acinzentada, tem em média 30 centímetros de diâmetro. O porte é variável e, dependendo da idade, pode atingir 12 metros de altura. Quando podada não passa dos 7 metrosParte usada: folhas

Por Anderson Moço

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Vacina contra o câncer de mama consegue prevenir doença

Uma vacina pode ser a esperança contra uma doença que atinge milhares de mulheres no mundo todo, o câncer de mama. Cientistas norte-americanos desenvolveram uma fórmula capaz de prevenir a formação de tumores. A ideia é atacar o mal antes mesmo de seu surgimento. Um conceito aparentemente simples, mas que, até o momento, não havia sido explorado pela ciência.

Testes foram realizados com êxito em camundongos e divulgados na revista Nature Medicine. O próximo passo é fazer um estudo com humanos. Se a nova etapa for bem-sucedida, a descoberta pode revolucionar a medicina e eliminar de vez o câncer de mama.

“Acreditamos que o câncer de mama pode ser prevenido e que, com uma estimulação correta do sistema imunológico, podemos fazer isso”, conta Vincent Tuohy, imunologista do Cleveland Clinic’s Lerner Research Institute.

A solução encontrada pela equipe foi descobrir um alvo dentro do tumor que não é facilmente encontrado em uma pessoa saudável. Os pesquisadores, então, resolveram voltar as atenções para a alfa-lactoalbumina, uma proteína constatada na maioria dos casos de câncer de mama, mas que não está presente no organismo de mulheres saudáveis, a não ser durante a amamentação.

“Conseguimos a imunidade depois de identificar a alfa-lactoalbumina. Como ela é encontrada em duas ocasiões, em tecidos da mama apenas durante a amamentação e em tumores nos seios, achávamos que ela poderia dar proteção contra o desenvolvimento do câncer sem induzir qualquer complicação ou inflamação para qualquer outro tecido do seio. E deu certo”, diz Tuohy.

O objetivo da vacina é ativar o sistema imunológico para combater a alfa-lactoalbumina e impedir a formação de um tumor. A estratégia seria aplicar a vacina em dois grupos de mulheres: com mais de 40 anos e em mais jovens, que tenham predisposição genética.

Fatores de risco- Histórico familiar, especialmente se uma ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) tiveram a doença antes dos 50 anos- Primeira menstruação precoce e menopausa tardia- Idade avançada- Ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos- Não ter tido filhos- Uso precoce de contraceptivos orais ou por período prolongado- Ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada


ClicRBS Comunicação Portal Social
Fonte: Zero Hora 28/06/2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

Dê o peito, dê o exemplo

SITE DA REVISTA SAÚDE DA EDITORA ABRIL

O leite materno é um alimento que faz toda a diferença para o desenvolvimento de crianças saudáveis

“Você alimenta seu filho exclusivamente no peito?” A pergunta foi repetida milhares de vezes para mães com bebê de até 6 meses. E as respostas indicam que menos da metade das brasileiras, 41%, optam pelo aleitamento materno durante esse período. Muitas desistem logo no primeiro mês da experiência. Os dados são do Ministério da Saúde. Se esse cenário mudasse, a infância brasileira seria outra.

O leite materno faz mais do que nutrir o bebê para ele crescer forte. Ele afasta uma série de doenças, como a diarreia, que no Brasil ainda é a terceira causa de mortalidade entre crianças menores de 5 anos. Isso porque é carregado de anticorpos que, diga-se, também são muito eficazes para barrar infecções nas vias respiratórias e nos ouvidos. E, como essa verdadeira blindagem fosse pouco, diversos trabalhos científicos apontam que o bebê amamentado no peito por seis meses tem um risco muito menor de se tornar uma criança alérgica, com asma e até mesmo gorducha além da conta.

Até o cérebro sai ganhando: crianças que são amamentadas no peito tendem a ter um maior desenvolvimento cognitivo. Por quê? Provavelmente por causa dos ácidos graxos desse alimento, que ajudam cada célula nervosa da massa cinzenta a formar uma capinha gordurosa, a mielina, sem a qual os neurônios não conversam direito entre si.

De quebra, quando o bebê suga o seio materno, ele bota para exercitar toda a musculatura da face e a mandíbula – o que facilita, mais tarde, a mastigação, a fala e o bom posicionamento da arcada dentária. É isso aí: mamar no peito afasta até mesmo problemas ortodônticos.Mas ninguém pode se esquecer do principal: amamentar é, acima de tudo, estreitar o vínculo afetivo entre mãe e filho. É nessa hora que a correria do dia a dia se aquieta, o sono provocado pelas noites maldormidas não incomoda tanto e, finalmente, a mamãe tem tempo para curtir, olho no olho, o próprio filho.

Os motivos que fazem uma mulher não oferecer o peito ao recém-nascido são diversos: às vezes dói, os bicos racham, a mama fica inchada... Nada que não tenha solução e que o obstetra ou mesmo uma enfermeira especializada não possam ajudar a resolver, com lições sobre o jeito certo de segurar o bebê e fazê-lo abocanhar o bico do seio da maneira correta. São obstáculos muito pequenos, mínimos até, perto de tantos benefícios. Por isso, se você espera um bebê ou se o seu filho tem menos de 6 meses, faça questão de ser o nosso modelo – modelo de mãe em um país mais saudável.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pesquisa revela que 47% dos brasileiros estão acima do peso

SITE DI JORNAL CORREIO DO POVO - Porto Alegre

De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde, quase 47% da população brasileira está acima do peso. De 2006 para 2009, a proporção de pessoas nessa situação subiu 6%. Já o porcentual de obesos cresceu de 11,4% para 13,9% durante o mesmo período.

Os dados fazem parte da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.A pesquisa aponta que 51% dos homens e 42,3% das mulheres têm excesso de peso. Sedentarismo, alimentação e fatores genéticos são apontados como os responsáveis pelos quilos a mais dos brasileiros.

A coordenadora de Vigilância de Agravos e Doenças Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, analisa que o expressivo crescimento no número de pessoas com excesso de peso e obesas, em um curto período, é uma tendência mundial. “O Brasil não está isolado nessas estimativas. ê mais um reflexo da queda no consumo de alimentos saudáveis e a substituição deles por produtos industrializados e refeições pré-prontas”, comentou.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Cigarro – Conheça este inimigo

SITE BOA SAÚDE

O uso do tabaco é uma das principais causas de morte evitável no mundo nos dias de hoje. Segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS -, 7,9 milhões de pessoas no mundo morrem todo o ano vítimas de algum tipo de câncer, o que torna a doença a maior causa de mortes mundialmente. Ainda segundo a OMS, a maioria das mortes relatadas se refere aos casos de câncer de pulmão.

No Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, INCa, mais de 27 mil novos casos de câncer de pulmão serão diagnosticados em 2008. No país, a data de 29 de agosto de 2008 é marcada pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo.

O uso do tabaco é amplamente difundido
Pelo menos um terço da população mundial adulta, ou 1,1 bilhão pessoas, fuma. Embora o hábito de fumar cigarros esteja diminuindo em muitos países desenvolvidos, ele tem aumentado na maioria dos países em desenvolvimento. Estima-se que 48% dos homens e 7% das mulheres fumem nos países em desenvolvimento; em países industrializados, 42% dos homens e 24% das mulheres fumam - isto representa um aumento acentuado do hábito do tabagismo no sexo feminino. O uso do tabaco é também uma epidemia pediátrica: a maioria dos fumantes começa a usar o tabaco durante a infância e adolescência.

O cigarro mata

Um fumante, a longo prazo, tem uma chance de 50% de morrer prematuramente de uma doença causada pelo cigarro. A cada ano o tabaco causa aproximadamente 4 milhões de mortes prematuras. A epidemia irá causar a morte de 250 milhões de crianças e adolescentes que estão vivos hoje, um terço dos quais mora em países em desenvolvimento. No ano 2030 o cigarro provavelmente será a principal causa de morte em todo o mundo, com mais de 10 milhões de óbitos anuais; estará causando mais mortes que a AIDS, tuberculose, mortalidade materna, acidentes automobilísticos, suicídios, e homicídios, combinados.

Os produtos do tabaco têm alta capacidade de causar dependência
Como são projetados cuidadosamente para minar esforços dos usuários que tentam deixar o hábito de fumar, abandonar o cigarro simplesmente não é uma questão de escolha para a maioria dos usuários do tabaco. Ao contrário, envolve uma luta para superar o hábito. Muitos fatores combinam com a capacidade viciadora do tabaco para tornar difícil deixar de fumar, inclusive apresentações na mídia e aceitação cultural e da sociedade.

O uso do tabaco está consolidado na vida cotidiana, e pode ser reforçando fisiologicamente, psicologicamente, e socialmente. A indústria do tabaco, sentido-se fortemente pressionada com campanhas contra o fumo nos países desenvolvidos, tem incrementado suas ações de marketing em países mais pobres do terceiro mundo. Está tambpem bem comprovada a influência da mídia sobre o hábito do uso do cigarro.

Deixar de fumar em qualquer ponto da vida provê benefícios imediatos e benefícios a longo prazo significativos para a saúde. Nenhuma quantidade de uso de tabaco está segura. A abstinência de produtos do tabaco e ausência de exposição à fumaça de outros fumantes é necessária para maximizar a saúde e minimizar o risco.