sexta-feira, 16 de julho de 2010

Respiração cerebral

Técnicas para controlar a respiração, como em ioga ou meditação, por exemplo, estão se tornando populares como alternativa para tentar relaxar e diminuir o estresse. Mas como é mesmo que o cérebro controla a respiração? Segundo um grupo de cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos, são as células conhecidas como astrócitos que têm um papel central na regulação da respiração. Astrócitos são células com formato de estrela (daí o nome) encontradas no cérebro e na medula espinhal.

Até então, achava-se que fossem personagens passivos e secundários na fisiologia cerebral, mas Alexander Gourine, da University College London, e colegas encontraram evidências de que essas células multitarefas são protagonistas no controle químico-sensorial envolvido na respiração.Os autores do estudo, publicado nesta sexta-feira (16/7) na edição on-line da revista Science, descobriram que os astrócitos cerebrais são capazes de perceber alterações nos níveis de dióxido de carbono e de acidez no sangue e no cérebro.Com essa capacidade, essas células podem ativar redes neuronais envolvidas na respiração, localizadas no cérebro, de modo a aumentar a respiração de acordo com a atividade e o metabolismo do organismo

Os astrócitos fazem isso ao liberar trifosfato de adenosina (ATP), um mensageiro químico que estimula centros respiratórios no cérebro a aumentar a respiração para que a quantidade a mais de dióxido de carbono seja removida do sangue e eliminada pela expiração.Os resultados do estudo, segundo seus autores, podem ajudar a entender melhor os mecanismos responsáveis por problemas respiratórios como asma, enfisema e até a sensação de fôlego curto causada pelo estresse ou por doenças cardiovasculares.“A pesquisa identifica os astrócitos cerebrais como elementos fundamentais nos circuitos cerebrais que controlam funções vitais como a respiração e indica que eles são realmente as estrelas do cérebro”, disse Gourine

Fonte: O artigo Astrocytes Control Breathing Through pH-Dependent Release of ATP (doi: 10.1126/science.1190721), de Alexander Gourine e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.Agência FAPESP.

Quase 23 mil esperam por transplante de córneas

O brasileiro que precisa de um transplante de córneas, espera, em média, três anos na fila. Atualmente, cerca de 22.700 pessoas esperam pela cirurgia. No entanto, uma parceria firmada com o COB (Conselho Brasileiro de Oftalmologia) e a câmara técnica do Conselho Federal de Medicina pretende zerar a fila do transplante em apenas oito meses.

Para alcançar essa meta, os conselhos dependem do aval do Sistema Nacional de Transplantes, que é vinculado ao Ministério da Saúde, e da liberação de uma verba de R$ 2,3 milhões para a criação de bancos de olhos e capacitação de profissionais.

De acordo com pesquisa realizada pelo COB, a maior dificuldade no país é armazenar as córneas até fazer a cirurgia. Como elas não resistem ao período de encontrar o receptor, a maioria é jogada fora. Um outro problema é a escassez de bancos de olhos no país, 30 até o meio do ano passado, sendo sete deles em São Paulo.Em Passo FundoDe outro lado, o ano de 2010 começou com justamente com transplantes de córneas. Os órgãos foram encaminhados por intermédio da Central de Transplantes do Estado. Os procedimentos beneficiaram dois jovens de 22 e 24 anos de Passo Fundo e Ubiretama (RS).

Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da doação de órgãos, o Hospital São Vicente de Paulo mantém a Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos, que também informa as famílias sobre as condições necessárias para a doação. A comissão, por sua vez, mantém alguns canais de comunicação para informações sobre transplantes e doação de órgãos, que são o e-mail cihdott@hsvp.com.br e o telefone 2103 4058.

Fonte: O Nacional - jornal de Passo Fundo.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Convívio com animais de estimação resulta em vários benefícios à saúde

COLUNA DO CADERNO DONNA DO JORNAL ZERO HORA - Porto Alegre

Os benefícios da presença de um animal de estimação em casa não se restringem às alegrias que o pet proporciona à toda a família. Esta convivência também pode contribuir, além do bem-estar psicológico, na prevenção e no auxílio ao tratamento de várias patologias.

Um levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre o tema, encomendado pela Comissão de Animais de Companhia (Comac), integrante do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), para um grupo de pesquisa do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), liderado pelo professor César Ades, reuniu uma série de estudos que confirmam esta contribuição à saúde das pessoas proporcionada pelo convívio com os animais de estimação.

Entre algumas das observações, pode-se destacar a melhora da imunidade de crianças e adultos, redução dos níveis de estresse e da incidência de doenças comuns, como dor de cabeça ou resfriado.

Este mapeamento foi encomendado com o objetivo de trazer a público uma série de informações relevantes e pouco conhecidas sobre enormes benefícios sociais, psicológicos e até físicos na relação homem e animal de estimação.

Reforço na defesa do organismo
De acordo com o levantamento, os benefícios independem da idade. Os pesquisadores da USP citam um trabalho que identificou vários benefícios aos bebês que convivem com cães, já que certas proteínas que desempenham um importante papel na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em bebês de um ano de idade quando expostos precocemente a um cão, conferindo um importante papel destes animais na saúde humana.

Segundo a pesquisadora Carine Savalli Redígolo, este trabalho mostra que o convívio possibilita aos bebês ficar menos suscetíveis às alergias e dermatites tópicas.

– Também foi observada a redução de rinites alérgicas aos quatro anos de idade e aos seis a sete anos, devido à redução da imunoglubina E – um anticorpo que quando em altas concentrações sugere um processo alérgico – acrescenta.

Os pesquisadores alertam que este contato não significa que seja isento de possíveis efeitos negativos para a saúde, porém, é possível discutir com mais equilíbrio os prós e contras de possuir um cão. Porém, muitos pais desconhecem estes benefícios.

De acordo com a pesquisa do Radar Pet, idealizada pela Comac, ainda há resistência dos casais que possuem filhos pequenos adquirirem um animal de estimação: 44% das residências que têm pelo menos um pet são de casais com filhos jovens ou adolescentes; este número cai para 16% quando se trata de casais com filhos pequenos (até 09 anos).

Um gesto simples pode trazer importantes efeitos ao sistema imunológico de pessoas de qualquer idade.

– Acariciar um cão pode elevar os níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, sendo importante na prevenção de várias patologias. Este resultado se deve, possivelmente, ao relaxamento que o contato com o animal proporciona – explica Carine.

Benefícios ao coração
Outros estudos identificados pelos pesquisadores da USP também avaliaram as taxas de sobrevivência, no ano posterior a um infarto agudo do miocárdio, em donos de cães, gatos, outros animais de estimação e em pessoas que não possuíam bichos. Segundo os pesquisadores, depois de determinado período, verificou-se que a posse de um cão contribuiu significativamente para a sobrevivência dos pacientes, pelo menos no ano seguinte ao incidente.

Já no controle de hipertensão arterial, os estudos apontam benefícios também neste sentido. Profissionais que viviam em condições de estresse, faziam controle do problema com medicação, foram divididos em dois grupos, os que possuíam um cão ou gato e os que não possuíam animais. A pesquisadora Maria Mascarenhas Brandão afirma que, seis meses depois do início do monitoramento, um dos trabalhos constatou que as taxas de pressão diminuíram para ambos os grupos. Entretanto, nas situações geradoras de estresse a resposta foi melhor para os donos de cães.

– Além disso, este grupo aumentou significativamente suas taxas de acertos em contas matemáticas, em relação àqueles que não possuíam os animais – acrescenta.
Esta situação mostrou a diminuição dos níveis de estresse, obtidos com o contato com os pets.
Algumas outras situações também trazem efeitos muito positivos à saúde e ao convívio social: os pesquisadores da USP citam que a duração das caminhadas é maior para aquelas pessoas que estão acompanhadas por um cão.

– Além disso, nestes passeios, os animais ajudam na integração social, contribuindo para o início de uma conversa com outras pessoas, por exemplo – confirma Maria.

Ainda segundo uma destas pesquisas, pessoas com problemas simples de saúde, como dores de cabeça, problemas estomacais, gripes, dentre outros, que adotaram pela primeira vez um animal de estimação, apresentaram redução significativa desses problemas menores de saúde, em relação a pessoas sem animais.


Fonte: Comac – Comissão de Animais de Companhia

Hospital quer ampliar testes de HIV para maridos de gestantes

JORNAL DO COMERCIO

Por mais de um ano, a equipe de infectologia do Hospital Conceição de Porto Alegre levantou informações sobre as gestantes que apresentaram teste negativo de HIV e seus companheiros. O estudo resultou em uma descoberta que surpreendeu os médicos. Pelo menos 2,5% dos homens pesquisados estavam contaminados.

Esse resultado foi possível de ser identificado graças ao Tri Pai, nome que está sendo dado ao teste rápido para o pai, que procura oferecer o serviço preventivo aos homens. A descoberta acende uma luz de alerta para algo simples que vinha sendo esquecido: a inclusão dos homens na relação de exames pré-natais. Esses exames já são oferecidos a gestantes em qualquer posto de saúde.

Em oito casos, entre os 1,6 mil casais avaliados pela equipe coordenada pelos médicos Breno Riegel Santos, Marineide Melo Rocha, Ivana Varella e Ivete Canti, os homens estavam infectados pelo HIV. Todos eles declararam que não sabiam que eram soropositivos.

"Se a mulher contrair o HIV durante a gravidez, ela adquiriu do parceiro e isso ocorreu porque tanto ela quanto o próprio homem não sabiam que ele estava com o vírus. E isso ocorreu porque ele não foi testado. Temos de oferecer o teste para o parceiro também. O pré-natal tem de ser para o casal", afirma Santos, chefe do Serviço de Infectologia do Hospital Conceição.

Segundo os médicos, a informação também auxilia na prevenção. Há três anos, apenas 40% dos abordados aceitavam fazer o teste para diagnosticar o HIV. Hoje, o índice é de 66%, mas a meta é trabalhar para atingir 75%. O exame que detecta o vírus é simples e pode ser feito em menos de 20 minutos. Um pingo de sangue numa fita com reagente já apresenta o resultado.

Outro dado preocupante reforça a necessidade de uma atenção especial para os companheiros: 75% das gestantes entrevistadas revelaram que não utilizam preservativos com os companheiros nas relações sexuais. Um risco principalmente para a criança, que pode ser contaminada durante a gestação e a amamentação. Para a mulher que adquire a doença ao longo da gravidez, a chance de a criança nascer soropositiva é 35% maior do que naquelas mães que já identificam a doença antes de engravidar.

Segundo a equipe responsável pela pesquisa, o estudo foi recebido com surpresa pela comunidade médica durante uma apresentação em um congresso internacional de infectologia, pela simplicidade da constatação, que alerta para uma importante porta de transmissão da doença que não está sendo protegida. "Colegas nos abordavam e diziam: ‘Como é que nunca pensamos nisso antes? Estava na nossa cara e não víamos!' Isso mostra como esse estudo tem uma grande importância epidemiológica para a saúde pública. Temos o maior interesse de que isso seja amplamente divulgado para que as políticas públicas passem a incluir o pré-natal para o casal", afirma a infectologista Marineide.

Santos destaca a dificuldade que o homem tem para fazer o teste preventivo. "Já é difícil o homem se conscientizar em fazer o exame do HIV. Quando toma a decisão, precisa ir a um posto pelo menos cinco vezes, desde a retirada da ficha para a realização do procedimento até o retorno ao médico com o resultado. Já a mulher, no pré-natal, tem esses serviços muito mais facilmente. O casal, recebendo atenção em conjunto, garante a saúde do bebê", enfatiza Santos.

Para o médico, a não disponibilização do teste rápido para os parceiros das gestantes é um absurdo. "Até agora não fomos procurados por ninguém do Ministério da Saúde. Esperamos que, através da impressa, esses dados cheguem aos ouvidos dos gestores. Hoje o ginecologista não pode pedir um teste para o homem. Isto não tem cabimento, principalmente aqui em Porto Alegre, onde temos os maiores índices de contaminação pelo HIV do País. O teste rápido custa R$ 5,00. O custo não é um problema. O problema é a falta de vontade política", ressalta.

A Organização Mundial da Saúde determina que o exame HIV/Aids seja oferecido a todas as mães pelos médicos. Essa política é seguida pelo Ministério da Saúde. O objetivo é incentivar que a prevenção alcance toda a população.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Vitamina D e risco de Parkinson

Um novo estudo indicou que pessoas com níveis elevados de vitamina D podem ter menor risco de desenvolver doença de Parkinson. O trabalho foi publicado na edição de julho dos Archives of Neurology. O papel da vitamina D na saúde óssea é conhecido, mas estudos anteriores apontaram a relação também com problemas como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer. Paul Knekt, do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, e colegas acompanharam 3.173 homens e mulheres com idades entre 50 e 79 anos e que não tinham diagnóstico de Parkinson no início do estudo, entre 1978 e 1980.

Os participantes completaram questionários e foram submetidos a entrevistas sobre aspectos de saúde e socioeconômicos. Também foram examinados e forneceram amostras de sangue para análise.

Em um período de 29 anos, até 2007, os pesquisadores observaram que 50 dos participantes desenvolveram doença de Parkinson. Após serem feitos os ajustes para fatores potencialmente relacionados (como atividade física e índice de massa corporal), os indivíduos no grupo com níveis mais elevados da vitamina D apresentaram 67% menos risco de desenvolver a doença do que o grupo com menores níveis – os participantes foram divididos em quatro grupos com relação aos níveis da vitamina.

“Apesar dos níveis baixos de vitamina D em geral na população estudada, uma relação de dose e resposta foi encontrada. O estudo foi conduzido na Finlândia, onde há exposição restrita à luz solar e, portanto, tem como base uma população com níveis continuamente baixos da vitamina”, disse Knekt.

“De fato, o nível médio da vitamina D na população estudada é cerca da metade do nível considerado ideal, de 75 a 80 nanomoles por litro. Os resultados do estudo são consistentes com a hipótese de que uma deficiência crônica de vitamina D é um fator de risco para Parkinson”, destacou.

Segundo os pesquisadores, os mecanismos pelos quais os níveis da vitamina podem afetar o desenvolvimento da doença são desconhecidos, mas o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidantes, da regulação de níveis de cálcio, da desintoxicação, da modulação do sistema imunológico e da melhoria na condução de eletricidade nos neurônios.

“O estudo reúne os primeiros dados promissores em humanos que sugerem que um estado inadequado de vitamina D está associado com o risco de desenvolver Parkinson, mas outras pesquisas são necessárias, tanto básicas como clínicas, para elucidar o papel, mecanismos e concentrações exatas”, disse Marian Leslie Evatt, da Universidade Emory, nos Estados Unidos, em editorial na revista sobre o estudo.


Fonte:O artigo de Knekt e outros pode ser lido por assinantes dos Archives of Neurology (doi:10.1001/archneurol.2010.120) em http://archneur.ama-assn.org/cgi/content/short/67/7/808. Agência FAPESP

Otimismo faz bem à saúde

SITE ZERO HORA - NOSSO MUNDO SUSTENTÁVEL

A ideia de que tudo no mundo está interligado não para de ganhar reforços. Agora foi a vez das pesquisadoras norte-americanas Suzanne Segertrom e Sandra Sephton descobrirem que terum ponto de vista positivo sobre um assunto específico - desempenho escolar, profissão ou saúde, por exemplo - pode significar um sistema imunológico mais forte.

Recentemente, elas realizaram um estudo com alunos do primeiro semestre de Direito.Durante seis meses, os 124 estudantes participantes responderam, em cinco oportunidades, questões sobre o quão otimistas estavam com relação à faculdade. Na sequência, receberam injeções para provocar resposta do sistema imunológico. Dois dias depois, retornavam para ver a intensidade da resposta. Quanto maior a marca, maior o retorno do organismo.

A conclusão: quanto mais otimistas estavam a respeito dos estudos de Direito, melhor o sistema imunológico respondeu. Os mais pessimistas tiveram retornos mais fracos das células que protegem o corpo.

Suzanne, que atua na Universidade de Kentucky, não apoia que as pessoas abram mão de como de fato se sentem e adotem sempre uma postura positiva, mas acredita que ser um pouco mais otimista com relação a pelo menos algumas áreas da vida pode ajudar muito.

- Eu não acho que devo aconselhar as pessoas a revisarem suas expectativas e serem irrealistas. Mas se as pessoas tiverem visões um pouco mais positivas do futuro isso pode se tornar real - afirma.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A erva-mate contra o mal de Parkinson

SITE SAÚDE

Esse efeito acaba de ser constatado por cientistas da Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina. Depois de testar o extrato da planta em ratos induzidos à doença, eles observaram que algumas de suas substâncias mostraram-se capazes de protegê-los. Em outra investigação os animais receberam o fi toterápico com a medicação tradicional e os resultados foram ainda mais signifi cativos. Parte das cobaias chegou a recuperar completamente os movimentos. O estudo ainda é preliminar, mas já provou que a erva-mate pode ser utilizada na prevenção desse mal degenerativo e também como coadjuvante no tratamento, conta a farmacêutica Luciane Costa Campos, chefe da pesquisa.

FICHA DA PLANTA
Nome científico: Ilex paraguariensis St. Hilaire

Nomes populares: erva-mate, mate, erva-chimarrão, chá-do-brasil

Formas de consumo: na região Sul a bebida, bem concentrada, leva o nome de chimarrão; no Sudeste serve-se o chá quente e gelado; no Centro-Oeste seu nome é tereré, versão tropical do chimarrão, com gelo e limão

Origem: América do Sul
Características: seu caule, de cor acinzentada, tem em média 30 centímetros de diâmetro. O porte é variável e, dependendo da idade, pode atingir 12 metros de altura. Quando podada não passa dos 7 metrosParte usada: folhas

Por Anderson Moço

Hospital de Clínicas receberá banco de cordão umbilical

O Rio Grande do Sul terá o primeiro Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (Bscup) público, que funcionará no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). Com a presença do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a nova unidade localizada na rua São Manoel, no bairro Santa Cecília, será inaugurada no final do mês. O chefe-médico do Bscup do HCPA, João Pedro Marques Pereira, salienta que a unidade terá capacidade de armazenar três mil bolsas de sangue de cordão. De acordo com Pereira, as mães doadoras terão que enfrentar um processo rigoroso de exames. "Somente depois deste processo de seleção, se elas passarem, o sangue será conservado", destaca. O investimento no banco de sangue de Porto Alegre, que pertence à Rede BrasilCord, foi de R$ 3,5 milhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes).

Jornal do Comércio - Quando será inaugurado o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (Bscup) em Porto Alegre?

João Pedro Marques Pereira - Temos datas previstas para a última semana de julho ou primeira semana de agosto. A inauguração oficial vai depender da agenda do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que faz questão de estar presente na inauguração da unidade no Estado.

JC - Já existe um banco de sangue de cordão umbilical no Rio Grande do Sul?

Pereira - Existe um banco privado. Mas público é o primeiro. O plano do Ministério da Saúde é construir 13 bancos do tipo. Com isso, haverá uma cobertura total do território nacional. As unidades serão coordenadas pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). Todos esses bancos farão parte da Rede BrasilCord (Brasil Cordão), que por sua vez estará vinculada ao EuroCord e a USACord.

JC - De onde surgiu esta iniciativa?

Pereira - O projeto é desenvolvido pelo Inca e pela Fundação Ari Frausino. A fundação conseguiu um empréstimo junto ao Bndes para a aquisição dos equipamentos que foram repassados aos bancos de sangue de cordão. O investimento na compra dos aparelhos da unidade do Hospital de Clínicas é de R$ 3,5 milhões.

JC - Qual a estimativa de coleta do banco do HCPA?

Pereira - A unidade terá capacidade de armazenar três mil bolsas de sangue de cordão.

JC - Quem está habilitado a fazer a coleta do sangue de cordão umbilical?
Pereira - A coleta pode ser feita pelos médicos ou pelas enfermeiras. No Hospital de Clínicas, será realizada pela enfermagem.

JC - Como é feita a coleta?

Pereira - O processo é muito simples: pulsionamos a veia umbilical e retiramos o sangue de toda a placenta, o que dá um volume total de 100ml a 150ml. As células-tronco são isoladas no laboratório e é feito um concentrado dessas células e congelado em um equipamento chamado bioarquivo. As células-tronco são conservadas em nitrogênio líquido a menos 190 graus. Existem experiências de células-tronco conservadas por 12 ou 15 anos que funcionam.

JC - O que esse sangue de cordão tem de especial?

Pereira - Ele pode ser utilizado em todos os tipos de doenças malignas do sangue, como vários tipos de leucemias e aplasias de medula, ou seja, quando a medula para de funcionar. A medula dos nossos ossos é a fábrica de sangue. Se o tutano do osso deixar de funcionar, nós não temos mais sangue. O transplante de medula é a única maneira de salvar uma pessoa e de curarmos doenças malignas do sangue, o chamado câncer de sangue.

JC - Como serão selecionadas as mães doadoras?

Pereira - O processo será rigoroso. Serão realizados diversos exames de sangue e faremos um histórico clínico das mães. Se elas passarem nos exames, o sangue será conservado.

JC - Quais são as vantagens da criação deste banco?

Pereira - A vantagem é a disponibilidade imediata de sangue e de achar uma pessoa que necessita deste sangue. Ou seja, qualquer pessoa que necessite de um transplante de medula óssea. Sabendo das características do sangue (tipo) basta ir no bioarquivo e verificar se existe o tipo desejado. Uma outra grande vantagem é que a compatibilidade entre a célula-tronco do doador e a do receptor (paciente) com o sangue do cordão umbilical não necessita ser absolutamente completa. Por exemplo, se forem necessários seis itens para compatibilidade no sangue do cordão umbilical eu posso ter apenas quatro. A compatibilidade não precisa ser tão grande.

JC - Existem desvantagens?

Pereira - Sim. O sangue de cordão umbilical só pode ser usado em pessoas de pouco peso. Além disso, é um procedimento caro, uma vez que o sangue precisa estar estocado e todo o processo necessita do acompanhamento de uma equipe de especialistas.

JC - Como os pacientes recebem estas células?

Pereira - Na veia, como se fosse uma transfusão de sangue. O transplante de medula óssea é muito simples. As células-tronco circulam pelo nosso sangue e se aninham onde encontram melhor receptividade, ou seja, é na medula óssea do paciente que ela faz o seu lar.

JC - Como estão as pesquisas para novos tratamentos com células-tronco?

Pereira - Estamos fazendo uma investigação pesada em doenças cardíacas, do pâncreas e do sistema nervoso central. Queremos utilizar células-tronco em enfermidades relacionadas ao coração, como infarto, no sistema nervoso central (pessoas que ficam paralisadas), diabetes, no pâncreas e em pessoas com doenças imunológicas.


Fonte: Jornal do Comércio.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

O Deputado Federal Beto Albuquerque e Heitor Schuh encaminham verbas federais ao Hospital Ana Nery

No dia 15 de junho o Deputado Federal Beto Albuquerque e o Deputado Estadual Heitor Schuh, realizaram uma visita ao Hospital Ana Nery. Nesta visita foi entregue o ofício de um encaminhamento de uma emenda parlamentar que agracia o Hospital Ana Nery com 100 mil reais. O HAN utilizará este dinheiro para aquisição de equipamentos. Na ocasião o Deputado Federal Beto Albuquerque, mais uma vez manifestou seu apoio junto ao Ana Nery para futura ampliação nas instalações do Hospital.

Atitude que salva vidas - Doar Órgãos.

Doar órgãos é um gesto de amor que proporciona a continuidade da vida. Nesse sentido, o HSVP (Hospital São Vicente de Paulo) é um incentivadores da importância de conscientizar a população. Para isso desenvolve uma campanha permanente de doação de órgãos e tecidos.Para ser doador de órgãos e tecidos não é preciso preencher cadastro e não é necessário deixar nada por escrito. Basta conversar com a família e manifestar o desejo da doação, que pode ocorrer a partir do momento da constatação da morte encefálica ou parada cardíaca.

O processo de investigação de morte encefálica é aplicado em pacientes internados em unidades de tratamento intensivo, vítimas de lesões cerebrais, acidente vascular encefálico e tumores. As etapas de investigação para o diagnóstico de morte encefálica foram elaboradas a partir de uma resolução do Conselho Federal de Medicina, respeitando a faixa etária do paciente.O primeiro passo é o diagnóstico clínico, por meio de teste clínico que deve ser repetido após seis horas de observação em potenciais doadores com idade superior a dois anos (uma dessas avaliações deve ser, obrigatoriamente, realizada por um médico neurologista ou neurocirurgião). Em seguida, deve ser realizado um exame complementar, denominado angiografia cerebral.

É importante salientar que nenhum dos médicos responsáveis pelo diagnóstico de morte encefálica pode fazer parte de uma equipe que realiza transplante. Nos casos de morte encefálica, o coração continua batendo, mas não existe vida. Em situações de trauma craniano e derrame cerebral pode ocorrer parada irreversível do encéfalo (morte cerebral), mas a respiração é mantida por meio de aparelhos e o coração continua batendo por algumas horas, fazendo o sangue circular por outros órgãos (rins, fígado, pulmões), que podem ser doados para outras pessoas.

Muitas famílias autorizam a doação para realizar o desejo de seu ente querido, de ajudar as pessoas que precisam de um órgão para continuar vivendo. Embora não elimine a dor da perda, o gesto conforta e traz o alento de permitir que outras famílias permaneçam por mais tempo perto de quem amam.


Fonte: O Nacional - Passo Fundo.

Hospital de Nova Petrópolis

No ano de 2009 depois de uma longa conversa em Brasília, o deputado federal Beto Albuquerque (PSB) se colocou a disposição do Hospital Nova Petrópolis (HNP), instituição filantrópica do município de mesmo nome, para tentar buscar soluções para os graves problemas de infraestrutura. Em seu gabinete, Beto ouviu atentamente a todas as informações a ele repassadas por uma comitiva da cidade serrana gaúcha sobre as dificuldades lá enfrentadas.

A Presidente da Ordem de Senhoras Evangélicas de Nova Petrópolis (OASE), Mariana Michaelsen detalhou problemas graves do hospital, que teve o bloco cirúrgico interditado pela vigilância sanitária. “Não temos mais condições de atender à população e nem aos visitantes nesta área de cirurgias”, lamentou ela lembrando que se trata de uma cidade turística importante do Rio Grande do Sul.

Entre 2009 e 2010 o Deputado Federal Beto Albuquerque trabalhou na realização do envio de recursos federais ao Hospital Nova Petrópolis.

O Deputado Federal Beto Albuquerque destinou verbas federais em investimento para Passo Fundo

DIÁRIO DA MANHÃ – PASSO FUNDO.
Publicado em 27.03.2010

Passo Fundo terá R$ 20 milhões para investir este ano. Os recursos são de emendas ao Orçamento da União, apresentadas pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS), em 2009 e 2010. Na área da saúde, Beto destinou R$ 750 mil para as unidades de saúde dos bairros Victor Isler (R$ 500) e Nenê Graef (R$ 250), R$ 200 mil para o Hospital de Olhos, R$ 100 mil para o Hospital das Cidades e R$ 100 mil para o Hospital São Vicente de Paulo.

O Deputado Federal Beto Albuquerque destinou recursos federais ao Hospital São Vicente de Paulo (Passo Fundo)

O Hospital São Vicente de Paulo localizado em Passo Fundo, é mais um exemplo de obra no campo da saúde apoiada pelo Deputado Federal Beto Albuquerque, que no ano de 2009 trabalhou visando a destinação de recursos federais para melhorias de infraestrutura e tecnologia desta instituição, possibilitando qualidade de atendimento à comunidade de Passo Fundo.



O Deputado Federal Beto Albuquerque faz homenagem aos 91 anos do HSVP

Publicado em 29.06.2010


O NACIONAL – PASSO FUNDO
O deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) destacou nesta terça-feira (29), em discurso na Câmara dos Deputados, a passagem dos 91 anos de fundação, no último dia 24, do Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) de Passo Fundo. “A fundação do HSVP perpassa um momento conturbado para a história da humanidade que, em 1918, foi assolada pela pandemia do vírus Influenza Espanhola. Os primeiros serviços de assistência realizados pela instituição foram voltados ao combate dos efeitos da gripe”, afirmou. A abrangência atinge uma macrorregião de 465 municípios do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Sudeste e Centro-oeste do País.
Dentre estes, 60% dos atendimentos são provenientes de outros municípios e 40% de Passo Fundo. O São Vicente de Paulo caracteriza-se por ser um hospital completo em medicina de alta complexidade, sendo referência em cardiologia, cirurgia vascular, cirurgia cardiovascular, ortopedia e traumatologia, eletrofisiologia, nefrologia, neurocirurgia, oncologia, transplantes, gestantes de alto risco e terapia nutricional. Em 2008, a instituição registrou 30.278 internações, com taxa de ocupação hospitalar de 94,80%, sendo 70% da capacidade instalada destinada ao Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital São Vicente de Paulo é centro transplantador de fígado, rim, tecido ósseo e córnea. Esta trajetória se iniciou em 1969, ano em que foi realizado o primeiro transplante de córneas. A partir desse momento, ocorreu transplante de rim (1981), osso (1988), coração (1990) e fígado (2000).

Beto ainda destacou em seu discurso que o único Banco de Tecidos Músculo-Esquelético do Rio Grande do Sul está localizado no HSVP. No Brasil, há sete bancos do gênero em funcionamento. O uso de tecidos ósseos é para tratamento de câncer, cistos ósseos, prótese total de quadril, de joelho, de úmero e cirurgia da coluna, além de outros procedimentos.

Até o momento, foram realizados 1.430 transplantes entre córneas, rim, fígado, coração e tecidos ósseos. Nesta área, o hospital mantém campanha permanente de doação de órgãos. O parlamentar, que é natural de Passo Fundo, lembrou que o slogan do Hospital São Vicente de Paulo é ”Carinho e humanização em cada gesto”. Isso, segundo Beto, reflete qualidade de atendimento e valorização do ser humano. “A ideia de que o hospital é um ambiente triste e frio transforma-se com ações edificantes que envolvem pacientes, familiares e profissionais da saúde”, afirmou.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Doações de sangue diminuem cerca de 30%

JORNAL O CAXIENSE

O inverno é sempre um período de maior cautela para o Hemocentro Regional de Caxias do Sul (Hemocs), que atende 48 municípios da região Nordeste do Estado. A assistente social do Hemocs, Maria da Glória Bauler, conta que devido ao frio e a proliferação de doenças respiratórias muitas pessoas que estariam aptas para a doação em um clima ameno não podem fazê-lo.

“No inverno temos uma baixa de 30% nas doações. Isso nos preocupa, temos de ligar para as pessoas, mandar correspondência, trabalhar mais para manter os estoques. Não é um período tranquilo. Entretanto, nunca chegou a faltar bolsas de sangue.”
O Hemocentro possui uma média de doações mensais de 1.200 bolsas, chegando a 50 por dia. Os doadores são divididos em dois grupos: os espontâneos e os de grupo de reposição (que atendem à necessidades específicas de algum amigo ou familiar). Para estar apto a doar, a pessoa deve ter entre 18 e 65 anos, peso igual ou superior a 50kg e mais de 1,50m de altura. Além disso, o doador deve portar consigo um documento de identificação com foto, ter dormido pelo menos 6h, não ter ingerido bebida alcoólica por 12h e ter alimentação saudável.

Como o sangue é um componente vivo que tem prazo para ser utilizado, o Hemocentro necessita de doações em períodos constantes. Assim, ele precisa ser reposto periodicamente.

“Não é viável ter uma grande coleta pois o sangue tem validade. Seus componentes são armazenados separadamente. As plaquetas duram cinco dias, hemácias 35 dias e o plasma um ano. Após esse período, eles não podem mais ser utilizados”, explica Maria da Glória.

Quem estiver apto e quiser doar, deve se encaminhar até o Hemocentro, localizado na rua Ernesto Alves, 2.260, Centro, de segunda a sexta, das 8h às 18h30, e no sábado das 8h às 12h. Todo o processo não leva mais do que 40 minutos.

Para as doações em grupos que trabalhem em uma mesma empresa, caso a demanda seja maior que 10 pessoas é necessário agendar um horário.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Veja os locais para doação de sangue na Hemorrede Pública do Estado: - Hemocentro do Estado do RS-Hemorgs

Veja os locais para doação de sangue na Hemorrede Pública do Estado: - Hemocentro do Estado do RS-Hemorgs

– Hemocentro Coordenador da Hemorrede Av. Bento Gonçalves, 3722 – Bairro Partenon – Porto Alegre/RS – 90650-001 Fone: 51.3336.6755. E-mail:hemorgs@fepps.rs.gov.br

- Hemocentro de Caxias do Sul – Hemocs Rua Ernesto Alves, 2260 – Caxias do Sul/RS – 95020-360 Fone 54.3290.4576. E-mail: hemocs@caxias.rs.gov.br

- Hemocentro de Pelotas – Hemopel Av. Bento Gonçalves, 4569 – Pelotas/RS – 96015-140 Fone: 53.3222.3002. E-mail: hemopel@fepps.rs.gov.br

- Hemocentro de Santa Rosa – Hemosar Rua Boa Vista, 401 – Santa Rosa/RS – 98900-000 Fone: 55.3511.4343. E-mail: hemocentrosantarosa@yahoo.com.br

- Hemocentro de Passo Fundo – Hemopasso Av. Sete de Setembro, 1055 – Passo Fundo/RS – 99010-120 Fone: 54.3311.5555. E-mail:hemopasso@fepps.rs.gov.br

- Hemorgs-Regional de Santa Maria Alameda Santiago do Chile, 35 – Santa Maria/RS – 98090-000 Fone: 55.3221.5262. E-mail: hemorgssm@yahoo.com.br

- Hemonúcleo de Alegrete Rua Gen. Sampaio, 10 – Alegrete/RS – 97541-260 Fone: 55.3426.4127. E-mail: hemoeste@alegrete.rs.gov.br

- Hemonúcleo de Cruz Alta Rua Barão do Rio Branco, 1445 – Cruz Alta/RS – 98010-770 Fone: 55.3326.3478. E-mail: carlahemo@yahoo.com.br

- Hemonúcleo de Palmeira das Missões Rua Gen. Osório, 351 – Palmeira das Missões/RS 98300-000 Fone: 55.3742.5676. E-mail: hemocentro-palmeira@fepps.rs.gov.br

- Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre Largo Teodoro Herzl, s/n – Bonfim – Porto Alegre/RS Fone: 51.3289.7999

- Hospital de Clínicas de Porto Alegre Rua Ramiro Barcelos, 2350, Rio Branco – Porto Alegre/RS Fone: 51.3359.8505

- Hospital Conceição Francisco Trein, 596 – Cristo Redentor – Porto Alegre/RS Fone: 51. 3357.2000

Doação com apenas um clic

No site www.cliquealimentos.com.br você pode doar alimentos ao Banco de Alimentos, sem gastar nada. O Banco distribui alimentos a instituições beneficentes previamente cadastradas, beneficiando milhares de pessoas carentes.O funcionamento do site Clique Alimentos é simples: após acessá-lo, o internauta clica no prato com a inscrição “clique e doe” e assim doa 1 kg de alimento para o Banco de Alimentos. A doação é realizada porque uma empresa patrocina a sua doação, quem clica não gasta nada.

Se desejar, a pessoa ainda pode escolher a localidade que receberá o alimento e uma empresa para patrocinar a doação. Caso contrário o sistema sorteará de forma randômica os locais e empresas cadastrados.

Estudantes visitam crianças na pediatria do Hospital São Francisco de Paula

Seis estudantes de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) apostam na alegria como grande auxílio na recuperação de crianças hospitalizadas. Há cerca de um mês, a partir de uma disciplina do curso, os alunos do terceiro semestre tiveram a ideia de visitar a pediatria do Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP).

Bárbara Rodrigues, Catiane Almeida, Mariana Santos, Diego Barros, Luciana Corrêa e Adriana Cunha são os idealizadores do projeto. Semanalmente, os estudantes se dividem em grupos e fazem uma breve visita aos quartos da ala pediátrica do Hospital Universitário.Vestindo fantasias coloridas, eles distribuem balas, fazem mágicas, balões em formato de animais, brincam e conversam com as crianças e, assim, despertam sorriso em todas elas.

Fonte: Diário Popular - Pelotas

Prorrogado prazo de doações para campanha Crack Nem Pensar

ClicRBS Comunicação Portal Social

A campanha Crack, Nem Pensar e a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho têm uma boa notícia para todos que estão engajados na luta contra o crack: foi prorrogado até o dia 31 de julho o prazo para realizar doações às 20 instituições participantes da campanha. Diversas instituições estão muito próximas de completar sua meta de captação, e este novo prazo serve como um incentivo para que este valor seja alcançado.

As 20 instituições participantes da campanha foram selecionadas pela FMSS e estão captando recursos no Portal Social para desenvolver projetos de prevenção e combate à droga no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Ao final da captação, a FMSS dobrará o valor arrecadado, até o teto R$ 10 mil.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Saúde promove fiscalização preventiva

Com o intuito de prevenir a disseminação do vírus transmissor da gripe A (H1N1) na área de exposição de alimentos preparados em bares e restaurantes, os serviços de vigilância sanitária dos municípios passam a fiscalizar a correta aplicação dos procedimentos. A determinação veio por meio de portaria, publicada no Diário Oficial do Estado em 22 de junho. Conforme Rosângela Sobieszczanski, da Divisão de Vigilância Sanitária do Centro Estadual de Vigilância em Saúde, caberá as localidades estabelecer prazos junto aos serviços.

A portaria define que os serviços de alimentação devem ser dotados de lavatórios para os clientes, exclusivos para higiene das mãos, em lugares estratégicos e em número suficiente, equipados com torneira, sabonete e álcool 70% ou outro produto antisséptico. Os manipuladores dos alimentos devem ser afastados quando apresentarem algum sintoma relacionado com gripe, como tosse, espirro, coriza, dor de garganta e outros, a fim de não contaminarem o alimento preparado. Os prestadores de serviços que manipulam alimentos preparados em bufê ou similares devem adotar balcão de distribuição com tampas para evitar a contaminação do alimento preparado, além da desinfecção e disposição dos utensílios de uso coletivo e individual.

Fonte: O Nacional - Passo Fundo