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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vacina da pólio será aplicada até sexta-feira.

pais poderão levar as crianças menores de cinco anos aos postos de saúde entre hoje e sexta-feira.


O frio e a chuva que atingiram o Rio Grande do Sul sábado prejudicaram a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a paralisia infantil. A Secretaria Estadual da Saúde decidiu prorrogar a imunização para atingir a meta no Estado. 

Os pais poderão levar as crianças menores de cinco anos aos postos de saúde entre hoje e sexta-feira. 

De acordo com a chefe de vigilância epidemiológica, Marilina Bercini, nas regiões onde choveu, pouco mais da metade das crianças foi vacinada. 

Unidades de saúde vão vacinar de hoje até sexta crianças de zero a cinco anos 

- A meta é imunizar 704.415 crianças.

Fonte:ClicRBS - Bem Estar.

domingo, 15 de agosto de 2010

Resultado parcial da campanha contra a pólio indica que mais de 7 milhões receberam vacinas.

Brasília – Mais de 7,1 milhões de crianças foram vacinadas até as 17h30 de ontem (14) contra poliomielite. Os números do Ministério da Saúde são preliminares e deverão ser alterados à medida que estados e municípios atualizem o banco de dados do ministério. O balanço final só deverá ser anunciado em duas semanas. Crianças até 5 anos que não tomaram as gotinhas devem procurar a unidade de saúde mais próxima da rede pública, onde a vacina ainda estará disponível.

De acordo com a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carmem Osterno, é comum alguns profissionais de saúde digitarem os dados somente após o término da vacinação, o que justificaria o número de vacinações estar ainda tão abaixo da meta do governo, que é de imunizar 14,6 milhões de crianças, o que corresponde a 95% dos menores de 5 anos.

Cerca de 115 mil postos de vacinação participaram da campanha. Ao todo, 24 milhões de doses de vacinas foram distribuídas. Somando aos números registrados na primeira fase da campanha – realizada no dia 12 de junho, quando 14 milhões de crianças foram imunizadas – foram distribuídas 48 milhões de doses.

Ao todo, foram investidos R$ 40,9 milhões nas duas fases da campanha. Destes, R$ 20,8 milhões foram gastos na compra de vacinas; e R$ 20,1 milhões em repasses para as secretarias estaduais e municipais de Saúde, parceiros do Ministério na realização da campanha.

Com a estratégia adotada pelo Brasil – que realiza campanhas nacionais anuais, divididas em duas etapas, com intervalo de dois meses entre as doses – foi possível eliminar o vírus da poliomielite no país e, desde 1989, não há registros da doença. Isso rendeu a certificação internacional, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), de erradicação da doença em todo o território nacional.

A poliomielite ainda é uma doença comum em diversas partes do mundo. Com a imunização, previne-se contra os riscos de importação de casos. Dados da OMS indicam que 26 países ainda registram casos da doença. Destes, quatro possuem transmissão constante: Afeganistão, Índia, Nigéria e Paquistão.

Outros 22 países têm registro de casos importados: Tajiquistão, Angola, Chade, Sudão, Uganda, Quênia, Benin, Togo, Burkina Faso, Níger, Mali, Libéria, Serra Leoa, Mauritânia, Senegal, República Centro Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Nepal, Guiné, Camarões e Burundi.

O ministério ressalta que é importante que todas as crianças menores de cinco anos tomem as duas doses da vacina durante a campanha nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente. Apesar de não haver contraindicações, recomenda-se que as crianças com febre acima de 38 graus Celsius ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas.

A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão, como pacientes de câncer e aids ou de doenças que afetem o sistema de defesa do organismo.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente, nos membros inferiores. A doença é transmitida por um vírus e a contaminação se dá principalmente por via oral.

A vacina é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é administrada via oral, em gotas, e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde para a imunização de rotina. Segundo o calendário básico de vacinação, os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, recebem o primeiro reforço.

Fonte: Agencia Brasil.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Segunda etapa de vacinação contra pólio acontece neste sábado.

Crianças menores de cinco anos devem ser imunizadas.

Último caso de paralisia infantil foi registrado no Brasil em 1989.

Crianças menores de 5 anos devem ser vacinadas, neste sábado (14), na segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. Cerca de 115 mil postos de vacinação devem participar da mobilização em todo o país. A meta do Ministério da Saúde é imunizar 14,6 milhões de crianças, o que representa 95% dos menores de 5 anos.

De acordo com o Ministério da Saúde, os pais devem procurar a Secretaria de Saúde do seu município para informações sobre locais de vacinação e horários de funcionamento dos postos.
A vacinação contra a paralisia infantil é administrada via oral, e é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) durante todo o ano nos postos de saúde para as vacinações de rotina. O ministério alerta que todas as crianças menores de 5 anos tomem as duas doses da vacina durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

A primeira etapa da vacinação ocorreu em 12 de junho. Crianças que não foram vacinadas na ocasião podem e devem ser imunizadas neste sábado. A vacina não apresenta contraindicações, porém recomenda-se que crianças que estejam com febre acima de 38 graus ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão (como câncer e Aids ou outras doenças que afetem o sistema imunológico).
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave, causada e transmitida por um vírus (o poliovírus). A contaminação se dá principalmente por via oral. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.

Brasil sem poliomielite
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite. No entanto, segundo a pasta, enquanto houver circulação do vírus em qualquer região do mundo é necessário continuar com a vacinação.

Porém, a doença ainda é comum em outras partes do mundo. A imunização previne contra os riscos de importação de casos provenientes de outros países que ainda registram casos da doença, principalmente dos que têm relações comerciais ou registram um fluxo migratório com o Brasil, como é o caso de alguns países africanos e asiáticos.


Fonte:G1

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Hora da gotinha: Sábado é dia de vacinação contra a pólio.

Vacina contra a paralisia infantil é administrada via oral.

Os municípios gaúchos já estão abastecidos com 931.500 doses da vacina contra a poliomielite (paralisia infantil), para a segunda etapa da campanha nacional de imunização, que se realiza no sábado. A meta é vacinar 95% das 704.569 crianças até cinco anos de idade. O Estado vai disponibilizar 5.118 postos de vacinação (2.022 fixos e 3.096 volantes), com a mobilização de 13.337 pessoas e 1.492 veículos.

Embora o Brasil esteja livre do vírus causador da pólio, é necessário manter a prevenção porque há circulação do vírus em outros países, como Paquistão, Índia e Nigéria.

A vacina:
- A vacina contra a paralisia infantil é administrada via oral e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde para as vacinações de rotina.

- Mas é importante que todas as crianças com idades até cinco anos tomem as duas doses durante a campanha nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

Fonte:Zero Hora.